Serviços HPE para nuvem híbrida: como ganhar agilidade e reduzir custos operacionais
A adoção da nuvem híbrida ganhou forte impulso recentemente no Brasil. Empresas de todos os portes estão buscando equilibrar a flexibilidade da nuvem pública com o controle da infraestrutura local, em meio a investimentos corporativos em TI que crescem acima da média global. Em 2024, por exemplo, o setor de TI na América Latina deve crescer cerca de 11%, superando mercados maduros como os EUA (9%), com o Brasil à frente, projetando 12% de aumento nos gastos de TI.
Esse movimento reflete uma prioridade clara: acelerar a transformação digital sem comprometer o orçamento. De fato, 66% das empresas latino-americanas adotam um modelo de nuvem híbrida como padrão, e muitas apontam a redução de custos (74%) e a flexibilidade operacional (68%) como os principais objetivos ao otimizar seus ambientes de TI.
Embora muitas empresas já estejam migrando aplicações e infraestrutura para a cloud, apenas 34% implementaram processos adequados de governança de custos (FinOps) nesses ambientes. Ou seja, muitas organizações ainda carecem de visibilidade e controle financeiro em relação ao uso da nuvem, podendo incorrer em gastos inesperados ou subutilizar recursos contratados.
Nesse contexto, ganha relevância a pergunta: como conquistar agilidade e inovação na TI, mantendo os custos sob controle? É aqui que os serviços HPE para nuvem híbrida se destacam como uma solução estratégica, unindo tecnologia de ponta com modelos flexíveis de consumo para entregar resultados concretos em eficiência e modernização.
Nuvem híbrida no Brasil: contexto de adoção e necessidades
A nuvem híbrida – combinação de infraestrutura local (on-premises) e nuvens públicas – tornou-se a estratégia preferencial para muitas organizações brasileiras. Motivos não faltam: ela permite aproveitar o melhor dos dois mundos, mantendo sistemas legados e dados sensíveis em ambiente próprio, ao mesmo tempo em que se obtêm escalabilidade e agilidade típicas da nuvem pública.
Pesquisas recentes indicam que o modelo híbrido é utilizado por mais de 66% das empresas na América Latina, sendo que a maioria já percebeu vantagens nessa abordagem. Essa prevalência no modelo híbrido reflete também preocupações práticas: segurança e compliance, latência em aplicações críticas, além da otimização de custos ao evitar migrações completas e onerosas de tudo para a nuvem pública.
Ao mesmo tempo, reduzir custos e aumentar a rapidez na entrega de soluções de TI tornaram-se metas centrais para CIOs e gestores. A pressão por eficiência é constante: um estudo regional mostra que 74% das empresas buscam a nuvem para cortar gastos e 68% para ganhar flexibilidade e se adaptar mais rápido às demandas de mercado. No Brasil, onde a competitividade e as margens apertadas exigem fazer mais com menos, essas prioridades são ainda mais pronunciadas.
Contudo, como vimos, há um “gap” de governança – poucas empresas implementaram controles financeiros sólidos na nuvem, o que leva a desperdícios ou surpresas na conta. É nesse cenário de altos investimentos em TI e busca por valor que surge a necessidade de soluções híbridas bem gerenciadas, capazes de entregar agilidade sem desperdício.
Plataforma HPE GreenLake: serviços HPE para nuvem híbrida em ação
Para atender a essas demandas, a Hewlett Packard Enterprise (HPE) oferece uma plataforma de hybrid cloud robusta e inovadora: o HPE GreenLake. Trata-se do carro-chefe dos serviços HPE para nuvem híbrida, operando como uma solução de infraestrutura como serviço (IaaS) no modelo on-premises e em nuvem, sob consumo sob demanda.
Em outras palavras, o HPE GreenLake traz a experiência da nuvem para dentro do data center do cliente, unificando operações e permitindo que recursos de computação, armazenamento e outros sejam consumidos como serviço, mas com a segurança e controle do ambiente privado. Essa plataforma híbrida full-stack viabiliza um modelo operacional único, onde a TI da empresa gerencia tanto recursos locais quanto na nuvem pública através de um painel de controle unificado, simplificando drasticamente as operações em ambientes múltiplos.
Uma das características mais aclamadas do HPE GreenLake é seu modelo de pagamento conforme o uso (pay-per-use). Diferentemente das aquisições tradicionais de hardware, em que é preciso superdimensionar capacidade e imobilizar capital, com a HPE o cliente paga apenas pelos recursos de TI que efetivamente consome, de forma mensurada e transparente.
Isso elimina a necessidade de grandes investimentos iniciais em servidores ou storage que ficariam subutilizados, liberando orçamento para outras iniciativas estratégicas e evitando capacidade ociosa. Além disso, a HPE mantém capacidade de buffer instalada no local, pronta para crescer conforme a demanda – ou seja, se a empresa precisar expandir rapidamente, pode fazê-lo sem esperar aquisições demoradas, garantindo agilidade sem desperdício de recursos.
Tudo isso com visibilidade total de custos em uma plataforma centralizada, facilitando o acompanhamento do consumo e evitando surpresas na fatura. Outro diferencial está no suporte e na gestão integrada oferecidos. A HPE, muitas vezes em conjunto com parceiros locais, cuida da instalação, monitoramento e manutenção dos equipamentos e serviços, permitindo que a equipe de TI do cliente foque no core business e em projetos de inovação, em vez de se preocupar com tarefas operacionais de infraestrutura.
Atualizações de hardware e software, patches de segurança e suporte proativo fazem parte da oferta, reduzindo a carga operacional interna. Como resultado, empresas brasileiras podem usufruir de tecnologia de ponta com desempenho garantido, sem precisar expandir suas equipes de TI para gerenciar ambientes complexos – a HPE assume essa complexidade. Essa combinação de serviço gerenciado + infraestrutura sob demanda forma o alicerce para ganhos de eficiência significativos.
O HPE GreenLake não se limita a servidores e armazenamento básicos. Trata-se de um portfólio abrangente de serviços em nuvem híbrida, cobrindo desde VMs e contêineres privados, storage de alto desempenho, backup e recuperação, até soluções especializadas como HPC (High Performance Computing) como serviço, IA e analytics integrados e até mesmo redes definidas por software (NaaS).
A plataforma evoluiu nos últimos anos para incorporar ferramentas de orquestração e AIOps avançadas – por exemplo, com a aquisição da OpsRamp, a HPE integrou inteligência artificial às operações, fornecendo observabilidade completa e automação em ambientes multinuvem heterogêneos, o que ajuda a identificar e resolver problemas mais rapidamente e reduzir custos operacionais através de automação inteligente.
Hoje, o HPE GreenLake atende mais de 65 mil clientes no mundo e gerencia mais de 1 exabyte de dados em diversos setores, comprovando sua escalabilidade e sucesso. No Brasil, a plataforma vem ganhando adoção em segmentos como finanças, saúde, indústria e varejo – sempre que empresas procuram modernizar a TI de forma acelerada, mas sem abrir mão da previsibilidade de custos e da segurança.
Agilidade e modernização acelerada da TI
Um dos principais ganhos estratégicos proporcionados pela nuvem híbrida da HPE é a agilidade – seja para lançar novos projetos, escalar aplicações ou responder a demandas de negócio em constante mudança. Na prática, isso significa reduzir drasticamente o tempo de provisionamento de recursos de TI e facilitar a experimentação com novas tecnologias.
Modernizar a TI não é apenas questão de velocidade, mas também de adotar novas tecnologias e arquiteturas de forma contínua. Nesse ponto, os serviços HPE para nuvem híbrida fornecem um ambiente de inovação constante. A plataforma permite incorporar facilmente soluções de inteligência artificial, análise de dados, IoT e outras dentro do modelo de consumo, sem projetos paralelos complicados.
Por exemplo, se a empresa decide implementar um ambiente de containers Kubernetes on-premises ou um cluster de machine learning, a HPE pode provisionar esses serviços via GreenLake, integrados à infraestrutura existente. Isso acelera a modernização das aplicações e processos, já que a TI deixa de se preocupar com aquisições e instalação de plataforma – tudo vem pronto como serviço. Para empresas com sistemas legados, a migração para uma arquitetura híbrida com HPE também significa atualizar-se sem disrupturas, aproveitando cloud híbrida para hospedar partes do workload enquanto moderniza outras. Outro aspecto crítico de agilidade é a expansão geográfica e de capacidade. Com as ofertas híbridas da HPE, empresas brasileiras conseguem escalar seus recursos de TI para novas unidades ou regiões rapidamente, usando data centers de parceiros ou edge computing no campo, mas geridos de forma centralizada.
Redução de custos operacionais e financeiros
Se a agilidade é o motor da inovação, a eficiência de custos é o combustível que garante sua sustentabilidade. Uma vantagem marcante dos serviços HPE para nuvem híbrida é a otimização financeira em vários níveis. Primeiramente, o já mencionado modelo de pagamento sob demanda elimina gastos excessivos com capacidade não utilizada.
As empresas deixam de pagar por pico de carga ocioso: em vez de comprar servidores superdimensionados para um ano inteiro, pagam somente pelos recursos que consomem mês a mês. Isso libera capital de investimento que antes ficaria preso em equipamentos depreciando, permitindo realocar orçamento para projetos de transformação digital ou outras áreas do negócio. Especialmente em tempos de restrição econômica, converter despesas de capital (CAPEX) em despesas operacionais previsíveis (OPEX) ajuda CFOs e CIOs a equilibrarem o caixa com mais flexibilidade. Além da economia direta no hardware, há redução de custos operacionais.
Com a HPE gerenciando a infraestrutura, empresas economizam em pessoal, treinamento e tempo dedicado a manter data centers. Menos horas de equipe resolvendo problemas de servidor significam mais horas aplicadas em iniciativas estratégicas, o que aumenta a produtividade do departamento de TI sem aumentar a folha de pagamento. A plataforma GreenLake também traz ferramentas de monitoramento de uso e performance, facilitando identificar onde há desperdício ou necessidade de otimização, em linha com práticas de FinOps.
Essa transparência ajuda a evitar surpresas na conta e a ajustar rapidamente configurações para evitar gastos desnecessários (como desligar recursos não utilizados ou readequar cargas para ambientes mais econômicos). Um aspecto muitas vezes negligenciado, mas comprovado em casos reais, é que a modernização via GreenLake pode reduzir custos indiretos, como energia elétrica e espaço físico.
Ao consolidar infraestrutura em equipamentos modernos, entregues sob medida, a eficiência energética tende a ser maior e o footprint de data center menor.Esse tipo de economia colateral reforça o valor do investimento: trocar vários equipamentos antigos por um stack otimizado da HPE pode diminuir a conta de luz e os gastos com refrigeração, por exemplo, contribuindo para o ROI do projeto híbrido.
Outra frente de otimização de custos é a previsibilidade e mitigação de riscos financeiros. Contratos tradicionais de TI costumam envolver riscos de subutilização (dinheiro desperdiçado) ou sobreutilização (falta de capacidade causando perda de negócios). Com o HPE GreenLake, esses riscos são minimizados pelo dimensionamento e cobrança dinâmicos. A empresa também evita multas ou custos de saída frequentemente associados a certos serviços de nuvem pública, já que tem mais controle sobre onde cada workload roda e por quanto tempo.
A multinuvem gerenciada de forma unificada pela HPE permite, por exemplo, mover uma aplicação de uma nuvem pública cara para a infraestrutura GreenLake on-premises se isso for mais econômico, ou vice-versa, tudo com governança central. Essa liberdade de alocação inteligente poupa dinheiro ao longo do tempo, algo crucial dado que custos incertos de infraestrutura têm sido um desafio crescente – a IDC projeta que até 2027 muitas empresas enfrentarão dificuldade para alcançar os objetivos de economia em nuvem justamente pelos custos variáveis de infraestrutura e dados.
Por fim, vale notar que a redução de custos não vem acompanhada de perda de performance ou qualidade – muito pelo contrário. A proposta da HPE é entregar mais valor com menos desperdício. Em vez de sobreprovisionar servidores que ficarão ociosos – uma prática comum antigamente para garantir desempenho em picos, a empresa contrata uma solução em que o desempenho e a resiliência estão garantidos por SLA, e qualquer capacidade extra fica de prontidão, mas só será cobrada se utilizada. Esse modelo elimina o overhead financeiro sem comprometer a confiabilidade.
Flexibilidade, controle e gestão unificada
Agilidade e economia seriam limitadas se não viessem acompanhadas de flexibilidade arquitetural e governança. Os serviços HPE para nuvem híbrida foram projetados exatamente para oferecer o máximo de flexibilidade com controle total ao cliente.
Na prática, isso significa que a organização pode escolher o melhor destino para cada carga de trabalho – seja mantê-la em seu próprio data center, movê-la para uma nuvem pública ou para a borda – sem perder a visibilidade centralizada. A plataforma HPE GreenLake atua como um plano de controle único (single pane of glass), do qual a equipe de TI pode gerenciar recursos em múltiplos ambientes de forma consistente.
Isso elimina a necessidade de lidar com múltiplas consoles e ferramentas diferentes para cada provedor de nuvem ou infraestrutura, simplificando a operação. No cenário brasileiro, onde muitas empresas adotam estratégia multinuvem – utilizando serviços de AWS, Azure, Google Cloud concomitantemente – a complexidade de gestão aumenta. A HPE endereça esse ponto integrando parceiros e soluções: por exemplo, expandiu sua parceria com a AWS para garantir que serviços GreenLake possam interoperar e ser gerenciados de forma unificada junto com workloads em nuvem pública.
O mesmo vale para integrações com VMware (para quem utiliza cloud privada com essa tecnologia) e outros ambientes. Assim, um gestor de TI consegue, pela interface do GreenLake, orquestrar tanto máquinas virtuais on-premises quanto instâncias de nuvem pública, aplicando políticas de segurança e governança de maneira uniforme.
Menos silos de gerenciamento significam menos erros e mais eficiência operacional. A flexibilidade também se reflete na escala e no alcance global. Empresas brasileiras que possuam operações internacionais, por exemplo, podem implantar a solução HPE GreenLake em filiais ou data centers fora do país, mantendo o mesmo nível de controle central.
Já para empresas que não têm presença internacional, a vantagem aparece em situações como picos sazonais de demanda ou projetos temporários: a infraestrutura híbrida permite expandir recursos em curto prazo e depois reduzi-los, pagando apenas pelo período usado – algo inviável num modelo puramente on-premises tradicional.
E diferentemente de algumas ofertas de nuvem pública, que podem ter zonas sem disponibilidade local, a HPE consegue entregar serviços de nuvem privada onde o cliente precisar, seja numa capital brasileira ou numa região remota, graças à rede de parceiros e à possibilidade de usar colocation (como visto na parceria com Equinix). Essa capilaridade é valiosa em casos de edge computing, indústrias com plantas no interior, varejistas espalhados pelo país etc., garantindo que a nuvem esteja onde o negócio está, e não apenas em grandes centros.
Por fim, segurança e compliance são componentes fundamentais do controle em um ambiente híbrido – e muitas vezes uma razão pela qual empresas mantêm infraestrutura local. Nesse quesito, os serviços HPE foram pensados para alinhar-se às políticas corporativas e às regulamentações brasileiras de proteção de dados. A plataforma GreenLake traz controles de segurança integrados, com criptografia de dados em repouso e em trânsito, opções de isolamento, além de aderência a certificações internacionais (como ISO 27001, SOC 2, etc.).
Como a solução pode rodar dentro do data center do cliente ou em um colocation nacional, é possível atender requisitos de soberania de dados (LGPD) e baixa latência para aplicações críticas, sem abrir mão da conveniência da nuvem.
Ao mesmo tempo, a HPE incorpora ferramentas de compliance e monitoramento contínuo, muitas baseadas em IA, para identificar vulnerabilidades ou desvios de configuração tanto on-prem quanto na nuvem pública conectada. Assim, a empresa usufrui da mesma postura de segurança em toda a sua nuvem híbrida, fechando brechas que poderiam existir se cada ambiente fosse gerido isoladamente.
A flexibilidade provida pelos serviços híbridos da HPE vem acompanhada da tranquilidade do controle unificado. O cliente consegue dizer onde vai rodar cada aplicação por motivos técnicos ou regulatórios, ajusta rapidamente as alocações conforme necessário, mantém visibilidade total de custos, desempenho e sabe que conta com um parceiro experiente cuidando para que tudo funcione com segurança e confiabilidade.
Essa orquestração inteligente é um grande diferencial estratégico, pois permite que a TI da empresa seja mais resiliente (podendo mudar de rumo conforme a necessidade, sem fricção) e mais alinhada aos objetivos de negócio (já que recursos podem ser realocados e redimensionados quase em tempo real conforme mudanças de prioridade).
Diante da competitividade do mercado brasileiro e da transformação digital em curso, soluções que combinam agilidade e eficiência de custos deixam de ser apenas desejáveis e se tornam praticamente indispensáveis para a sustentabilidade e o crescimento das empresas.
Se a sua empresa busca esse salto de desempenho e eficiência na jornada para a nuvem híbrida, conte com a experiência da Interatell. Como parceira oficial da HPE no Brasil, a Interatell está pronta para ajudar a desenhar e implementar a solução HPE GreenLake mais adequada às necessidades do seu negócio, acelerando resultados com segurança e alta performance. Entre em contato e descubra como transformar sua infraestrutura de TI em um motor de inovação ágil e economicamente otimizado, com o respaldo de uma parceria HPE de confiança.